E todo dia seria mãe na educação dos filhos e quando a hora chegasse, ela os brotaria.
Durante a infância desenhava nas paredes da casa onde morou com os pais a figura de uma mulher, grávida da primeira filha, ao lado do marido, e agora, de volta a casa, rememorava tudo, ao ver nas paredes a mulher que virara. E lembrou do tempo em que perdeu o primeiro dente de leite, bem como levava merendeira para a escola, e porque fazia mimo, no dia em que dividiu com o colega de classe pedaços de maçã. O colega que ela tanto pintou enquanto guria, ao lado da mulher grávida. Sentia que a cria qual hoje daria a luz também os via, de dentro da barriga, desenhados por todo o quarto.
A parteira havia chegado, rezaram uma missa, e deram lugar à arte.
Certeza tinha de que viria ao mundo uma menina que fosse como a mãe. Mas com o destino não se brinca. Pariu aos olhos um espelho, e se refletem como tal, imagem e semelhança.
Nove meses depois nasce um menino. Deu-lhe nome de Narciso e ele se apaixonou pela irmã.
Durante a infância desenhava nas paredes da casa onde morou com os pais a figura de uma mulher, grávida da primeira filha, ao lado do marido, e agora, de volta a casa, rememorava tudo, ao ver nas paredes a mulher que virara. E lembrou do tempo em que perdeu o primeiro dente de leite, bem como levava merendeira para a escola, e porque fazia mimo, no dia em que dividiu com o colega de classe pedaços de maçã. O colega que ela tanto pintou enquanto guria, ao lado da mulher grávida. Sentia que a cria qual hoje daria a luz também os via, de dentro da barriga, desenhados por todo o quarto.
A parteira havia chegado, rezaram uma missa, e deram lugar à arte.
Certeza tinha de que viria ao mundo uma menina que fosse como a mãe. Mas com o destino não se brinca. Pariu aos olhos um espelho, e se refletem como tal, imagem e semelhança.
Nove meses depois nasce um menino. Deu-lhe nome de Narciso e ele se apaixonou pela irmã.

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