Na estrada da madrugada, corujas se exibiam. Morcegos ensangüentados perseguiam os vampiros. Uma bandeira rasgada sentia frio. Permanecia suja e seus dizeres sobre ordem não passavam de ninharia. Gatos aleijados e pombas raquíticas sabiam: O tempo das coisas felizes não mais se permitia.
Na estrada da madrugada, putas se drogavam, nuas. Putas estampadas em notas de baixo valor e migalhas de comida. Putas que um dia sorveram do leite materno da vida.
Na estrada da madrugada, corujas, morcegos e putas ouviam os estridentes gatos e pombas que sabiam: O tempo das coisas deprimidas invadia as vinte e quatro horas do dia; e tudo e nada era só um vazio.
Na estrada da madrugada, a puta ficou grávida. Vem vindo mais uma vida pra estrada da madrugada.
Corujas, morcegos e putas são alguns dos vampiros daquela estrada. Gatos aleijados e pombas raquíticas também mendigam pela madrugada.
Na estrada da madrugada, putas se drogavam, nuas. Putas estampadas em notas de baixo valor e migalhas de comida. Putas que um dia sorveram do leite materno da vida.
Na estrada da madrugada, corujas, morcegos e putas ouviam os estridentes gatos e pombas que sabiam: O tempo das coisas deprimidas invadia as vinte e quatro horas do dia; e tudo e nada era só um vazio.
Na estrada da madrugada, a puta ficou grávida. Vem vindo mais uma vida pra estrada da madrugada.
Corujas, morcegos e putas são alguns dos vampiros daquela estrada. Gatos aleijados e pombas raquíticas também mendigam pela madrugada.

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