O ar fedia, uma leve poeira a arder nas rugas da alma, na carne agonia. Um dia a menos, mais um dia malcriado. Oportunidades perdidas, trabalho era o prato que se engolia. Como doía a voz do patrão “puro sangue”. E precisava José, cavalo que era, pangaré, de um grão de areia, queria plantar, comer capim.

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